Mark Zuckerberg apresentou uma nova estratégia para a Meta avançar na inteligência artificial: ampliar o acesso aos modelos e destinar mais recursos às comunidades próximas aos data centers da empresa.
Segundo o The Wall Street Journal, o plano inclui novos modelos de pesos abertos, propostas para políticas de segurança e um fundo de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,08 bilhões) para comunidades locais.
Zuckerberg quer ampliar o acesso à IA
Em um manifesto, o CEO da Meta defendeu uma abordagem baseada na distribuição ampla da tecnologia. Para ele, concentrar sistemas avançados em empresas, governos ou outras instituições poderia aumentar o desequilíbrio de poder.
Se nossas crenças e princípios prevalecerem, então o equilíbrio de poder favorecerá os indivíduos e um futuro melhor para todos.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em trecho do manifesto.
A Meta ainda tenta alcançar Anthropic e OpenAI na corrida pelos modelos mais avançados. A empresa aposta em uma estratégia mais aberta justamente enquanto busca recuperar espaço nesse mercado.
Entre os principais pontos do plano estão:
lançamento de novos modelos com pesos abertos;
criação de um fundo de US$ 1 bilhão para comunidades próximas aos data centers;
propostas para testes de segurança de novos modelos;
possibilidade de desenvolvedores destilarem modelos uns dos outros;
maior participação do conselho da Meta nos critérios de segurança dos sistemas.
