O legado de um pai pode ser medido de diferentes formas. Nas empresas familiares, ele costuma aparecer em decisões, comportamentos e princípios que permanecem vivos muito tempo depois da troca de comando.
Em um cenário em que a sucessão ainda representa um dos maiores desafios para os negócios brasileiros, esses ensinamentos podem fazer a diferença entre empresas que encerram sua trajetória e aquelas que conseguem atravessar gerações.
As empresas familiares representam cerca de 90% das empresas brasileiras, respondem por aproximadamente 65% do PIB e 75% dos empregos do país.
Apesar de sua relevância econômica, apenas 30% conseguem chegar à terceira geração, segundo dados citados pela FBN Brasil (Family Business Network Brasil), com base no Banco Mundial.
“Ao acompanhar centenas de famílias empresárias, a FBN Brasil percebe que as sucessões mais bem-sucedidas são construídas ao longo do tempo, com diálogo, preparação e confiança. O verdadeiro legado de um pai não é apenas formar um sucessor, mas preparar uma nova geração capaz de honrar a história da família e construir seu próprio caminho. É esse equilíbrio entre continuidade e evolução, preservando a união e a felicidade da família, que permite aos negócios prosperarem por gerações”, fala Daniella Leite, CEO da FBN Brasil.
