Por 17 anos, a convivência familiar na casa da família Pinheiro foi marcada pelo afeto e apoio mútuo. No entanto, havia uma lacuna que persistia em silêncio: no papel, o garoto Guilherme Mendes Costa Pinheiro tinha registrado apenas o nome de sua mãe, a Claudiana. A história do estudante reflete a realidade de milhares que crescem sem o nome do pai na certidão, uma ausência que ultrapassa a mera…
Reconhecimento paterno cresce no Maranhão
Por Marlan Levi · O Imparcial
