Loja do Pão De Açúcar (GPA) no Rio de Janeiro.
MAURO PIMENTEL/AFP
Quem vai às compras com frequência nos supermercados, talvez já tenha percebido algumas mudanças nos últimos anos. A principal é que aquela loja que fazia parte da rotina pode ter mudado de nome ou fechado as portas.
Foi o que aconteceu com diversas unidades do Extra. Após uma reestruturação do Grupo Pão de Açúcar (GPA), muitas lojas deixaram de operar com a marca e passaram a funcionar sob outras bandeiras do grupo, enquanto outras encerraram as atividades.
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Dono das redes Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Fresh e Extra Mercado, o GPA vive uma das maiores reestruturações de sua história. Em março deste ano, a empresa botou em prática um plano de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 4,5 bilhões em dívidas.
Um dos gargalos foi a expansão desordenada de lojas físicas. Em 2020, o GPA chegou a ter cerca de 800 lojas, mas reduziu sua presença física após a venda de unidades do Extra Hiper para o Assaí, em 2021.
A operação marcou uma mudança de estratégia do grupo, que passou a concentrar esforços em formatos menores e considerados mais rentáveis, como supermercados de bairro e lojas de proximidade. Ao fim de 2025, a companhia tinha cerca de 700 lojas no país.
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Outras redes também passaram a rever o modelo de crescimento baseado na abertura acelerada de unidades.
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