50º Congresso Ordinário da UEFA - Brussels Expo, Bruxelas, Bélgica - 12 de fevereiro de 2026. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, discursa durante o evento
REUTERS/Benoit Tessier
A Fifa condenou neste sábado (8) “um esforço coordenado e contínuo de alguns para enfraquecer” a entidade e seu presidente, Gianni Infantino, em meio à controvérsia envolvendo seu plano de investimentos privados, que acabou sendo abandonado.
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Infantino tem enfrentado pedidos de renúncia e também foi alvo de acusações publicadas por um jornal britânico de que teria feito um pagamento a uma amante quando trabalhava na Uefa, entidade que comanda o futebol europeu.
“Reportagens recentes incluíram alegações sem comprovação e afirmações comprovadamente falsas sobre a Fifa e seu presidente”, afirmou a entidade em comunicado.
Agora no g1
Infantino angariou críticas na semana passada de dirigentes da FIFA por conta de um plano para vender direitos comerciais da Copa do Mundo. O projeto prevê a criação de uma subsidiária avaliada em US$ 20 bilhões (R$ 102 bilhões) para administrar a Copa e os Mundiais de Clubes masculino e feminino. Diante das críticas, ele disse ter desistido do plano.
Mas a ideia gerou uma onda de pressão para que Gianni Infantino renuncie ao cargo.
👉 Ao longo da Copa do Mundo de 2026, que ocorreu nos Estados Unidos, no México e no Canadá, Trump e Infantino mostraram uma relação de proximidade.
Fifa condena 'esforço coordenado e contínuo' para enfraquecer Infantino
