Uma ameaça com bombas caseiras e um fuzil AR-15 colocou o argentino Lionel Messi, cujo pai morreu neste sábado, 8, no centro de um dos episódios de segurança registrados durante a Copa do Mundo de 2026.
Em Dallas, um homem avisou o aeroporto que seguiria para o estádio onde Argentina e Jordânia se enfrentariam acompanhado de outras duas pessoas e disse que pretendia atacar policiais e jogadores. Segundo os relatórios do Centro de Cooperação Policial Internacional (IPCC), o argentino foi citado especificamente na ameaça. As informações foram divulgadas pelo jornal espanhol La Información.
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O caso foi um dos episódios monitorados pelo IPCC, estrutura coordenada pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) que reuniu forças de segurança dos países participantes do Mundial. Os documentos, elaborados diariamente durante a competição, registraram ameaças contra jogadores, perseguições, violência de torcedores e outros incidentes.
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Messi voltou a aparecer nos registros durante Argentina x Egito, em 7 de julho. Na rede X, um usuário declarou que estava prestes a entrar no estádio de Atlanta e que pretendia explodir o jogador com quatro bombas presas ao próprio corpo.
Durante a partida, outra denúncia provocou uma operação policial no estádio. Um homem afirmou ter escondido três bombas em diferentes lixeiras.
