O ar-condicionado portátil é uma alternativa prática para quem não pode instalar um modelo split, seja por morar de aluguel ou por limitações estruturais do imóvel. Em compensação, muita gente ainda tem receio do impacto desse tipo de aparelho na conta de energia. Para descobrir seu consumo real, o Canaltech comparou sete dos principais modelos portáteis vendidos oficialmente no Brasil.
Os cálculos utilizam como referência o padrão do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE/Inmetro), que considera 2.080 horas anuais de uso (173 horas por mês). As tarifas de energia correspondem às maiores capitais de cada região do país: Manaus, Fortaleza, Brasília, São Paulo e Curitiba.
📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas
Os dados de mercado foram fornecidos ao Canaltech pela WebPrice, plataforma de inteligência de mercado parceira. Como os aparelhos portáteis ainda não possuem uma padronização pública de consumo mensal em kWh semelhante à encontrada em diversos modelos split, o consumo foi estimado a partir da potência elétrica informada pelos fabricantes, seguindo a metodologia de uso do PBE.
Quanto consome um ar-condicionado portátil?
Na prática, o consumo depende principalmente da potência do equipamento, da temperatura escolhida, do isolamento do ambiente e do tempo de uso diário. Modelos compactos de 9.000 BTUs tendem a consumir menos energia do que aparelhos de 12.000 BTUs, embora também tenham menor capacidade de refrigeração.
