O novo filme de Wagner Moura chegou à Netflix cercado de expectativa, mas encontrou uma recepção pouco favorável entre críticos estrangeiros. A Última Casa, estrelado pelo brasileiro ao lado da norte-americana Greta Lee, estreou mundialmente na sexta-feira, 7, e registrou apenas 38% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
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Moura, entre 2025 e 2026, conquistou, com o filme O Agente Secreto, os prêmios de melhor ator no Festival de Cannes (foi o primeiro brasileiro a conquistar o prêmio) e no Globo de Ouro. Também foi indicado ao Oscar. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e lançado em 2025, a produção brasileira recebeu ainda quatro indicações ao Oscar de 2026.
Dirigido por Louis Leterrier e escrito por Matthew Robinson, o longa A Última Casa traz elementos de ficção científica, terror e suspense. Moura interpreta Jason, enquanto Greta Lee vive Ann. Os dois formam um casal que fica preso em casa com os filhos depois que uma força misteriosa impede que a família deixe a residência. Com o isolamento e a redução dos recursos básicos, os personagens precisam encontrar uma maneira de sobreviver e entender o que está acontecendo.
A avaliação mais dura veio da Screen Rant. Para o veículo, há sinais de que algo “deu terrivelmente errado” no resultado final. A publicação questiona especialmente determinadas escolhas de montagem e o modo como alguns diálogos foram construídos, apontando problemas no ritmo e na naturalidade das falas.
