Cerca de 70% das empresas brasileiras já usam inteligência artificial (IA) em alguma etapa dos processos de recrutamento e seleção. Segundo um levantamento do Pandapé em parceria com a Adecco, essas ferramentas ajudam os profissionais de RH a analisar currículos, classificar candidatos e até conduzir as primeiras etapas das seleções.
Essa mudança também fez muitos profissionais mudarem a forma de preparar seus currículos. Como parte das candidaturas passa primeiro por sistemas automatizados, alguns candidatos começaram a procurar formas de influenciar essas ferramentas antes mesmo que um recrutador analise o documento.
Uma das estratégias que ganhou espaço nos últimos meses é esconder comandos destinados à IA dentro do currículo. A prática, conhecida como injeção de prompt, tenta influenciar sistemas que usam modelos de linguagem para que eles avaliem o candidato de forma positiva e aumentem suas chances de avançar no processo seletivo.
Por que candidatos estão usando injeção de prompt no currículo?
O principal objetivo da técnica é tentar contornar a triagem automatizada feita por algumas plataformas de recrutamento.
