A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com Geraldo Alckmin (PSB) como vice-presidente, anunciou na noite desta sexta-feira (7) as diretrizes do seu programa de governo para os próximos anos. A chapa é candidata à reeleição.
Entre os principais destaques, estão o fortalecimento da democracia, da soberania brasileira e a regulação das redes sociais, além de um debate sobre as chamadas "e
mendas parlamentares", recursos orçamentários carimbados para os parlamentares, que registraram forte crescimento nos últimos anos.
O projeto também defende democratizar o orçamento público, governando "para todas as pessoas, sobretudo, para quem mais precisa", levar adiante uma reforma política, que o atual governo classifica como "inadiável", e "derrotar o projeto liberal-conservador".
O texto ainda traz críticas ao elevado nível da taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,25% ao ano, a maior, em termos reais, do planeta, mas também diz que a inflação baixa e a estabilidade de preços são pressupostos fundamentais.
Imagem do plano de governo de Lula e Alckmin
Reprodução do programa
Em um cenário de "tensões geopolíticas crescentes e quebras das regras de convivência internacional", o programa divulgado avalia que a defesa nacional exige Forças Armadas bem equipadas e uma indústria de defesa sólida.
Em programa de governo, Lula cita defesa da democracia, da soberania, regulação de redes e pede debate sobre emendas
