A morte do cantor Arlindo Cruz, aos 66 anos, completa um ano neste sábado (8). A carreira do sambista e compositor se tornou uma das mais marcantes do gênero no Brasil, principalmente devido à sua voz marcante e habilidade no banjo.
A trajetória do sambista começou ainda no início dos anos 1980, quando ele lançou sua primeira música, “Lição de Malandragem”.
Posteriormente, passou a integrar o grupo Fundo de Quintal, que teve papel importante na renovação do samba e do pagode no país. Foi no conjunto que Arlindo ganhou destaque como compositor e instrumentista, contribuindo para sucessos como “O Show Tem Que Continuar”.
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A história do Fundo de Quintal está ligada às rodas de samba do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, criado em 1961 por Bira Presidente, que morreu em junho de 2025, aos 88 anos, em decorrência de complicações de um câncer de próstata e do Alzheimer.
Ainda em seu primeiro ano no Cacique de Ramos, Arlindo teve 12 de suas composições gravadas por diferentes intérpretes, dando início a uma trajetória de grande reconhecimento no cenário musical.
A entrada no Fundo de Quintal aconteceu após a saída de Jorge. Convidado a integrar o grupo, Arlindo permaneceu por 12 anos, até deixar a formação em 1993.
