O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, por unanimidade, a proposta orçamentária de R$ 1,2 bilhão para 2027. Os ministros analisaram o texto em plenário virtual e deram o seu aval nesta quinta-feira, 6.
O valor representa um aumento de aproximadamente 17% em relação ao orçamento aprovado para este ano, de R$ 1,04 bilhão.
Salários concentram maior parte das despesas
Segundo a proposta, R$ 811 milhões se destinarão às despesas obrigatórias, o que equivale a cerca de 66% do orçamento total da Corte.
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A proposta utilizará mais de R$ 733 milhões desse montante para pagar salários e encargos de ministros, servidores e demais funcionários do tribunal. Outros R$ 77 milhões financiarão benefícios, como auxílio-alimentação, assistência à saúde e auxílio-transporte.
As despesas discricionárias, que dependem de decisão administrativa, somam mais de R$ 319 milhões. O tribunal destinará cerca de R$ 314 milhões desse total ao custeio de suas atividades, enquanto reservará R$ 4,5 milhões para investimentos.
Entre os gastos previstos estão despesas com segurança institucional, aquisição de softwares e equipamentos de informática, projetos de inovação tecnológica, manutenção da Rádio Justiça e da TV Justiça, além de reformas e conservação dos edifícios do STF.
