O contrato futuro da soja para entrega em novembro encerrou o pregão desta sexta-feira (07) cotado a US$ 11,76 por bushel na Bolsa de Chicago, com queda de 0,13%.
Apesar do recuo no fechamento, o mercado encontrou suporte nas expectativas de aumento da demanda chinesa por soja norte-americana. Segundo a consultoria Granar, os preços foram sustentados por operações de hedge de investidores e por compras recentes atribuídas à China.
Na quinta-feira, a Reuters informou que a China adquiriu pelo menos 10 carregamentos de soja dos Estados Unidos, conforme relatos de três traders asiáticos. As compras são interpretadas pelo mercado como parte dos preparativos para a visita do presidente chinês, Xi Jinping, aos Estados Unidos no próximo mês.
De acordo com a agência, a estatal chinesa Sinograin comprou entre 10 e 15 carregamentos, com pelo menos 10 deles programados para embarque entre outubro e novembro.
Reforçando esse movimento, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou nesta sexta-feira a venda de 238 mil toneladas de soja da safra 2026/27 para a China, indicando a retomada da demanda chinesa pelo grão norte-americano.
Milho
Os preços do milho encerraram a sessão desta sexta-feira praticamente estáveis na Bolsa de Chicago, em um mercado dividido entre as preocupações com a oferta global e o bom ritmo das exportações norte-americanas. O contrato para entrega em dezembro fechou cotado a US$ 4,62 por bushel, sem variação em relação ao pregão anterior.
