Eclipses são eventos astronômicos caracterizados pelo escurecimento total ou parcial de um astro por meio da interposição de outro corpo celeste frente à fonte de luz. Em 2026, já tivemos um lunar total - a “Lua de Sangue” - e um solar anular - que formou um “Anel de Fogo” no céu da Antártida (relembre aqui).
E o ano ainda reserva mais dois, ambos em agosto, com o primeiro deles sendo um eclipse solar total, aguardado para semana que vem. A temporada se encerra com um eclipse lunar parcial na noite entre 27 e 28 (que poderá ser visto no Brasil inteiro).
A principal diferença entre esses dois fenômenos está na posição dos três astros. No eclipse lunar, a Terra fica entre o Sol e a Lua, fazendo com que sua sombra escureça o satélite. Já no eclipse solar, é a Lua que se coloca entre o Sol e a Terra, projetando sua sombra sobre uma região do planeta e ocultando total ou parcialmente o Sol.
Da “mordida” no Sol ao dia virando noite: os tipos de eclipse solar
Conforme explica a plataforma Time And Date, existem três tipos mais conhecidos de eclipse solar: o parcial, o anular e o total. No entanto, há ainda um quarto padrão, mais raro, que praticamente mistura todos eles: o híbrido (como o que aconteceu em abril de 2023).
O eclipse solar parcial acontece quando a Lua cobre apenas uma parte do disco solar. Nesse caso, o Sol parece ter um “pedaço” ocultado, como se alguém tivesse dado uma mordida em sua borda.
