O patrimônio de Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, cresceu R$ 49,1 milhões desde as eleições de 2022. Ele declarou ter R$ 178,8 milhões à Justiça Eleitoral na 5ª feira (6.ago.2026). Em 2022, quando se reelegeu ao governo mineiro, o político havia declarado R$ 129,7 milhões em bens. A alta representa uma evolução de 38% no período.
A maior fatia do patrimônio do candidato é composta pela participação em uma holding familiar, avaliada em R$ 94 milhões. Na sequência, o presidenciável informou ter R$ 56,2 milhões aplicados em um fundo de investimentos e R$ 4,3 milhões em renda fixa. Em 2022, a maior parcela correspondia a uma cota de 27,14% na empresa Ricardo Zema Participações Ltda., avaliada em R$ 72,3 milhões.
Desde 2018, quando disputou o governo mineiro pela 1ª vez e declarou R$ 69,7 milhões, o patrimônio do empresário cresceu 150%. A variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE, no mesmo período, atingiu 51%. Já entre 2022 e 2026, a inflação acumulada ficou em 19%.
O candidato a vice na chapa, senador Eduardo Girão (Novo-CE), declarou um patrimônio total de R$ 34,1 milhões. Do montante, US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 10 milhões) refere-se a um depósito bancário no exterior. Além de Zema, a única candidata a presidente com registro cadastrado no Tribunal Superior Eleitoral até a noite de 5ª feira foi Samara Martins (UP), com patrimônio declarado de R$ 33.000.
