Com o fim da Copa do Mundo de 2026, diversas seleções começaram a se planejar para o ciclo 2030. Alguns grandes nomes do mercado de treinadores irão se aventurar pela primeira vez no comando de uma nação, como Zinedine Zidane na França, Jürgen Klopp na Alemanha e Jorge Jesus em Portugal.
O Brasil manteve Carlo Ancelotti mesmo com a pior eliminação da seleção desde 1990. Algumas seleções como Holanda, Equador e Senegal ainda estão com o cargo vago, enquanto os ídolos Diego Forlán e Rafa Márquez assumem Uruguai e o México. Na Croácia, um velho conhecido chega para assumir a era pós Zlatko Dalic, que deixou o país após nove anos.
Zizou realiza seu sonho
Zinédine Zidane, novo técnico da França, durante entrevista coletiva - EFE/EPA/TERESA SUAREZ
Campeão do mundo de 1998 e da Eurocopa de 2000, Zinédine Zidane vai substituir seu ex-companheiro Didier Deschamps, que deixou o cargo após 14 anos, ao fim da Copa do Mundo de 2026. O técnico, esperando a chance de assumir Les Bleus, estava livre no mercado há cinco anos.
O técnico comandou o Real Madrid em duas passagens. Na primeira, conquistou três títulos da Champions League (2016, 2017 e 2018). Desde sua demissão em 2021, aguardava pela saída de Deschamps para assumir Les Bleus.
“Já disse isso muitas vezes: não há nada maior do que a seleção francesa. Por isso, é uma alegria e, obviamente, um grande orgulho assumir o comando desta seleção. É também uma responsabilidade.
