A Microsoft iniciou uma reformulação profunda no gerenciamento de memória do Windows 11 para torná-lo mais leve em PCs de 8 GB RAM. A mudança de postura é impulsionada pela escassez global de memórias DRAM e, sobretudo, pelo impacto do recente lançamento do MacBook Neo. Custando a partir de US$ 599, o modelo de entrada da Apple expôs as falhas de eficiência do ecossistema de PCs tradicionais.
A pressão sobre a Microsoft atingiu o ápice, segundo análises de mercado da IDC. A consultoria projeta queda de 11,3% nas remessas globais de PCs em 2026, agravada por crises na cadeia de suprimentos sem alívio previsto até o fim de 2027. Diante da alta nos custos de hardware de entrada, a capacidade da Apple de entregar desempenho fluido mesmo com especificações enxutas acendeu o sinal amarelo nos parceiros do Windows.
A vulnerabilidade do Windows 11 perante o ecossistema rival reside na otimização sob pouca memória. Testes mostram que notebooks com o sistema da Microsoft consomem até 70% da RAM assim que iniciam, sem nenhum programa aberto. Em contrapartida, a arquitetura unificada e a integração vertical do macOS permitem ao MacBook Neo manter dezenas de aplicativos abertos simultaneamente sem engasgos.Clique aqui para ler mais
