Muitas pessoas acreditam que o Brasil deixou de ser o “país do futebol”, percepção alimentada, em grande parte, pelo jejum de títulos da Seleção Brasileira nos últimos anos.
Para o advogado Dr. Rodrigo Monteiro de Castro, especialista em direito esportivo e um dos idealizadores da Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol), esse cenário pode ser transformado com a consolidação do novo modelo de gestão dos clubes.
Ao CNN Esportes S/A deste domingo (9), Monteiro de Castro disse que a SAF representa uma oportunidade para profissionalizar o futebol brasileiro, atrair investimentos e fortalecer o esporte no país.
Ao analisar a evolução da SAF, o advogado Rodrigo Monteiro de Castro afirmou que o modelo adotado pelo Brasil foi construído a partir da experiência internacional, mas adaptado às características do futebol nacional.
“O Brasil pode ser o maior mercado de futebol do mundo, a depender de algumas coisas. Uma delas é a contribuição do Estado.”, iniciou Rodrigo Monteiro de Castro.
Segundo ele, embora o país tenha observado soluções implementadas em mercados da Europa, América do Norte e América do Sul, a legislação brasileira criou mecanismos inéditos.
“Nós olhamos para a Espanha, para a França, para os Estados Unidos, para a Inglaterra e também para a América do Sul para entender o que vinha sendo feito. Mas o modelo brasileiro é muito próprio.”, completou o advogado.
