O Maranhão ocupa a quarta posição no ranking nacional de queimadas em 2026, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Até a segunda quinzena de julho, já foram registrados 2.479 focos ativos em todo o estado. O número representa uma diminuição de 18% em relação ao mesmo período do ano passado, mas ainda configura um cenário preocupante e acende o alerta para a tendência de crescimento no período mais seco do ano, entre setembro e outubro, que historicamente concentram os maiores índices de focos de incêndios.
As queimadas, além de comprometerem a saúde da população e agravarem o desequilíbrio ambiental, também representam riscos diretos à rede elétrica, podendo impactar a qualidade e a confiabilidade do fornecimento de energia. Muito antes das chamas alcançarem cabos e equipamentos, a fumaça carregada de fuligem pode se acumular sobre isoladores e cruzetas, interferindo no desempenho do sistema elétrico e aumentando a possibilidade de falhas.
As queimadas, além de comprometerem a saúde da população e agravarem o desequilíbrio ambiental, também representam riscos diretos à rede elétrica
Divulgação/Equatorial
“É fundamental que a população compreenda que as queimadas não afetam apenas o meio ambiente. Quando acontecem próximas à rede elétrica, podem causar danos à rede elétrica e até acidentes graves.
Maranhão é o 4º estado com mais focos de queimadas no país em 2026
