A economia paralela ligada ao crime organizado causou um prejuízo estimado de R$ 31 bilhões ao Estado do Rio de Janeiro, segundo um estudo divulgado pelo Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (Sinfrerj). O levantamento mostra que o impacto vai muito além da violência e afeta diretamente o crescimento econômico do estado.
De acordo com o estudo, organizações criminosas, milícias e redes de contrabando e roubo de cargas prejudicam empresas, afastam investimentos e reduzem a arrecadação de impostos. O resultado é menos dinheiro disponível para áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura.
Crime provoca fechamento de empresas
O levantamento aponta que muitas empresas deixam de investir ou até encerram atividades em regiões dominadas pelo crime. Além disso, comerciantes e transportadoras precisam gastar mais com escoltas, seguros, monitoramento e outras medidas de proteção.
Esses custos extras acabam sendo repassados aos consumidores, o que contribui para o aumento dos preços de produtos e serviços. O estudo também destaca que o roubo de cargas continua sendo um dos principais problemas enfrentados pelo setor de transporte.
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Segundo o Sinfrerj, a expansão da economia ilegal reduz a atividade econômica formal, diminui a geração de empregos e enfraquece a competitividade do Rio de Janeiro em relação a outros Estados.
