A Polícia Federal concluiu o inquérito sobre a queda do avião da Voepass em Vinhedo, no interior de São Paulo. A PF indiciou 16 pessoas por suspeita de envolvimento nas falhas que podem ter contribuído para o acidente. A tragédia aconteceu em 9 de agosto de 2024 e matou as 62 pessoas que estavam a bordo da aeronave.
O avião, um ATR 72-500, fazia o voo 2283 entre Cascavel (PR) e Guarulhos (SP). A aeronave caiu sobre um condomínio residencial quando já estava próxima do destino. O acidente foi o mais grave da aviação comercial brasileira desde 2007.
Quem foi indiciado no caso Voepass
Entre os indiciados estão funcionários da própria Voepass, profissionais da empresa responsável pela manutenção do avião e servidores da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo a investigação, há suspeitas de falhas em diferentes etapas, como manutenção da aeronave, decisões operacionais e fiscalização do setor aéreo.
Os nomes dos investigados não foram divulgados oficialmente porque o processo ainda corre sob sigilo. O relatório da Polícia Federal foi encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF), que agora decidirá se apresenta denúncia à Justiça, solicita novas diligências ou arquiva o caso.
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As investigações apontaram que o acidente não foi causado por um único problema, mas por uma combinação de fatores.
