O governo federal decidiu não reconduzir Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao conselho de administração da Terracap, de acordo com informações do SBT News. A estatal, que gerencia o patrimônio imobiliário de Brasília, pertence ao Distrito Federal, mas a União é acionista minoritária e tem direito a indicações.
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Em nota, o Palácio do Planalto explicou que realizou a alteração porque Marcola deixou o governo. "A administração destina os assentos de representação da União em conselhos públicos a servidores públicos formalmente nomeados. O governo substitui de praxe todas as vagas quando uma pessoa deixa a administração federal", informou a Secom.
Marcola ocupava o cargo no colegiado da empresa desde 2023. A Polícia Federal investiga o ex-chefe de gabinete pelo recebimento de R$ 249 mil da lobista Roberta Luchsinger, quem os agentes suspeitam de praticar tráfico de influência em parceria com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A aliados, ele afirma que obteve os repasses a título de empréstimo.
Saída de Marcola do conselho da Terracap ocorre em meio a investigação
Marcola acumulava dois salários: R$ 12,4 mil mensais pelo cargo no conselho da Terracap, além dos R$ 31,9 mil como chefe de gabinete da Presidência. O total mensal chegava a R$ 44,3 mil.
O jornal O Estado de S.
