Os cientistas já sabem que Marte, o Planeta Vermelho, é coberto por poeira nem um pouco agradável para o corpo humano. Sabendo disso, como a NASA e outras agências espaciais podem seguir com os planos para enviar astronautas ao mundo vizinho em um futuro não tão distante?
Para descobrir, a NASA criou o Grupo de Trabalho sobre Limites de Poeira Marciana para avaliar os riscos toxicológicos do solo marciano e criar normas de segurança para futuras missões tripuladas por lá. A iniciativa é multidisciplinar, e conta com a expertise combinada de geólogos, médicos e designers de habitats.
Juntos, estes profissionais definiram diretrizes preliminares para tentar limitar a exposição dos astronautas a partículas nocivas da atmosfera do Planeta Vermelho. A ideia é se preparar com antecedência para o problema da poeira já conhecido pelos astronautas da era Apollo, o programa lunar da NASA, mas com foco agora nas ameaças do solo marciano.
Poeira de Marte
Por um lado, as partículas em Marte são menos cortantes que a poeira da Lua; por outro, estes grãos contêm substâncias químicas altamente tóxicas, como percloratos, metais pesados e compostos cancerígenos, que precisam ser cuidadosamente filtrados para não afetar a saúde dos astronautas.
