A King, desenvolvedora de Candy Crush e subsidiária da Microsoft, decidiu não assinar um acordo coletivo de trabalho (Collective Bargaining Agreement, ou CBA) solicitado por funcionários representados pelos sindicatos suecos Unionen e Sveriges Ingenjörer.
A decisão foi comunicada aos colaboradores em junho, encerrando cerca de um ano de negociações entre a empresa e os representantes dos trabalhadores.
Empresa diz que modelo atual é o mais adequado
Em comunicado enviado aos funcionários, o presidente da King, Todd Green, afirmou que a decisão “não foi tomada de forma leviana” e apresentou dois principais motivos para rejeitar o acordo.
Segundo a empresa, o pacote atual de benefícios oferecido aos funcionários na Suécia já supera, em alguns aspectos, o que normalmente é garantido por um acordo coletivo. Entre os benefícios citados estão:
plano de saúde privado;
licença parental ampliada;
complementação salarial em casos de afastamento por doença;
benefícios previdenciários.
A King também argumenta que deseja manter um modelo de operação uniforme entre seus estúdios na Europa e nos Estados Unidos.
“Acreditamos que nosso modelo operacional atual é o mais adequado para a King neste momento”, afirmou Green.
Segundo a empresa, a adoção de um acordo coletivo exigiria mudanças significativas em processos internos e políticas aplicadas apenas aos funcionários suecos.
