O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (6) que o aumento do endividamento público desde 2024 decorre da taxa de juros, e não do resultado do governo. Em entrevista à Globonews, ele disse que os dados do Banco Central sustentam essa leitura e reiterou o compromisso da equipe econômica com a melhora fiscal e o aprimoramento das contas públicas.
Segundo Durigan, a avaliação sobre a dinâmica da dívida pública não parte apenas da área econômica do governo. O ministro citou que, durante a atual gestão, as três maiores agências de rating do mundo melhoraram a nota do Brasil.
Na entrevista, Durigan afirmou que o governo mantém compromisso com a trajetória de melhora fiscal. Ele também declarou que a gestão federal não está gastando mais do que arrecada.
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O ministro acrescentou que não vê risco de o Tesouro deixar de honrar sua dívida. “Não há risco de troca de Tesouro por ativo real”, afirmou.
Ao comentar o cenário fiscal, Durigan disse ter preocupação com o tamanho da dívida pública. Segundo ele, o endividamento do país já foi maior no passado, passou por redução em períodos recentes e exige atuação voltada à diminuição da taxa de juros, combinada com esforço fiscal.
