O dólar abriu em queda e manteve esse movimento nesta quinta-feira (6), em um pregão marcado pela repercussão da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) e pelo acompanhamento do cenário externo. Às 10h31, o dólar à vista recuava 0,53%, a R$ 5,1010, após renovar a mínima intradiária a R$ 5,0970.
No Brasil, os investidores seguem interpretando a decisão do Banco Central de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, para 14% ao ano. Embora o corte já fosse esperado pelo mercado, o comunicado do Copom evitou sinalizar os próximos passos da política monetária.
No exterior, o índice DXY avançava discretamente, enquanto os rendimentos dos Treasuries de curto prazo também subiam. O movimento ocorreu em meio à manutenção das apostas de que o Federal Reserve (Fed) poderá elevar os juros ainda neste ano. Reportagem do Financial Times informou que Kevin Warsh, presidente da instituição, estaria disposto a aumentar a taxa na reunião de setembro caso os próximos indicadores de inflação venham acima do esperado.
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Nos Estados Unidos, os pedidos semanais de auxílio-desemprego ficaram abaixo da projeção do mercado, enquanto o custo unitário da mão de obra desacelerou mais do que o previsto no segundo trimestre.
