Apesar do término das convenções partidárias na quarta-feira 5, as articulações para montar as chapas eleitorais de 2026 seguem nos bastidores. As legendas ainda buscam definir candidaturas, preencher vagas remanescentes e resolver impasses em diversas regiões do país.
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O calendário eleitoral permitiu que as convenções ocorressem entre 20 de julho e 5 de agosto. No entanto, o processo só se encerra com a entrega dos registros dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prazo que vai até 19h de 15 de agosto. Esse intervalo possibilita ajustes finais pelas executivas partidárias, desde que a ata da convenção tenha autorizado essa delegação.
Regras do TSE e estratégias para composição das chapas
O TSE admite que partidos deleguem à comissão executiva ou outro órgão a definição de nomes e alianças até o limite para registro, desde que haja previsão formal. A troca de candidatos, porém, só ocorre em situações previstas em lei, como renúncia, morte, cancelamento ou indeferimento da candidatura.
Esse período extra favorece partidos que ainda precisam concluir negociações ou preencher vagas, principalmente no caso de cargos de vice-governador, suplentes ao Senado e acordos locais. Disputas regionais podem ser impactadas por decisões nacionais, já que legendas que optaram pela neutralidade na eleição presidencial podem apoiar diferentes candidatos nos estados.
