A Brava registrou lucro líquido de R$ 871 milhões (US$ 173 milhões) no segundo trimestre de 2026, queda de 16,9% em relação há um ano, quando a companhia lucrou R$ 1 bilhão. O Ebitda ajustado ficou em R$ 1,7 bilhão, alta de 33% contra igual período de 2025 e a receita líquida subiu 14%, para R$ 3,6 bilhões.
A margem Ebitda ajustado da empresa cresceu 7 pontos percentuais na comparação com o segundo trimestre do ano passado, para 49,3%, e o custo de extração (lifting cost) teve alta de 9%, para US$ 16,3 por barril de óleo equivalente (boe). A produção média da empresa caiu 5%, para 81,7 mil boe por dia, sendo 63,4 mil boed de petróleo e 18,3 mil boed de gás natural.
“O forte momento de vendas no trimestre foi liderado pelo desempenho nos ativos de Parque das Conchas e Papa-Terra, além do impacto positivo do aumento de 23% nos preços médios de venda de petróleo”, informou a companhia em nota.
A empresa atribui o resultado a uma margem de 13% no downstream e ao aumento da produção.
Segundo o diretor Financeiro da Brava, Luiz Carvalho, “alcançamos marcas históricas de receita e Ebitda no segundo trimestre, impulsionados pela captura de eficiências e pelo forte momento comercial dos nossos ativos”, o que, afirmou, ajuda a sustentar o caixa e reduzir o custo da dívida.
