O agronegócio brasileiro nunca foi tão tecnológico.Máquinas autônomas, agricultura de precisão, inteligência artificial, conectividade, genética, biotecnologia, rastreabilidade e sustentabilidade passaram a fazer parte da rotina das propriedades rurais. O Brasil tornou-se uma das maiores potências agropecuárias do mundo.Mas, junto com esse avanço, surge uma pergunta inevitável:
Quem está formando os profissionais capazes de conduzir essa nova realidade?
A resposta começa a ser construída em Uberaba (MG), um dos principais polos históricos do agronegócio brasileiro.É ali que a Universidade do Agro consolida um dos projetos educacionais mais ambiciosos do setor: a Cidade do Agro, um ecossistema que integra universidade, empresas, pesquisa científica e inovação em um mesmo ambiente.Ao mesmo tempo, a instituição inaugura um novo Hospital Veterinário (HVU), ampliando sua capacidade de assistência, pesquisa e formação prática em Medicina Veterinária.Juntos, os dois empreendimentos representam muito mais do que novos espaços físicos.Representam uma nova forma de ensinar.Um ecossistema onde o mercado acontece dentro da universidadeDurante décadas, a lógica da formação profissional foi relativamente simples: primeiro o aluno aprendia na universidade e, depois, conhecia a realidade do mercado.Na Universidade do Agro, essa ordem foi invertida.O mercado passou a fazer parte do processo de aprendizagem desde o primeiro dia.
