TSE promove ações pelo país para explicar a segurança da urna eletrônica
O uso de urnas eletrônicas não é exclusivo do Brasil.
Pelo menos 20 países adotam ou já utilizaram algum tipo de votação eletrônica, em diferentes escalas.
O Brasil, no entanto, implementou essa tecnologia de forma mais abrangente do que muitos outros países.
Em outubro, por meio das urnas eletrônicas, os eleitores brasileiros vão escolher senadores, deputados, governadores e o próximo presidente do país.
Por exemplo, a Índia e os Estados Unidos usam urnas digitais, mas apenas em partes do território, porque nem todos os Estados americanos adotaram o voto eletrônico.
Na Europa, países como Bélgica e França também utilizam esse sistema, mas em menor escala. Cada país, porém, adota um sistema diferente.
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A urna eletrônica brasileira foi totalmente desenvolvida no país e é produzida em duas fábricas, localizadas em Ilhéus, na Bahia, e em Manaus, no Amazonas.
Embora os chips sejam importados, eles são testados, programados e soldados à placa-mãe da urna no Brasil, sob a supervisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE, afirmar que a urna eletrônica não é eficaz por não ser amplamente utilizada em outros países é incorreto.
"Cada país tem um sistema eleitoral que reflete sua cultura", explicou ele à BBC News Brasil em uma entrevista em 2022.
Que países usam voto eletrônico além do Brasil?
