A JBS anunciou nesta quarta-feira (05) a ampliação de sua capacidade de financiamento de curto e médio prazo com a assinatura de um aditivo ao contrato de crédito sindicalizado global. A operação elevou em US$ 650 milhões o volume total disponível nas linhas de crédito rotativo do grupo, que passaram de US$ 3,5 bilhões para US$ 4,2 bilhões.
Segundo comunicado enviado ao mercado, a JBS N.V., juntamente com determinadas subsidiárias, incluindo a JBS S.A., firmou o Sixth Amendment to Credit Agreement and Restatement Agreement, que altera e consolida o contrato originalmente celebrado em novembro de 2022.
O novo acordo prevê uma linha de crédito rotativo sênior sem garantia real de até US$ 2,65 bilhões, disponível em múltiplas moedas. O vencimento está previsto para 2031, com possibilidade de prorrogação por mais dois anos, desde que haja concordância dos credores.
Em comunicado ao mercado, a empresa destacou que a linha de crédito rotativo funciona como uma reserva de liquidez para a companhia. Diferentemente de um empréstimo tradicional, os recursos ficam disponíveis para saque conforme a necessidade da empresa, que paga juros apenas sobre o valor efetivamente utilizado.
Esse tipo de instrumento é amplamente utilizado por grandes companhias para administrar o capital de giro, financiar operações e enfrentar períodos de maior volatilidade nos mercados.
