Simone Tebet, Laio Morais, Marina Silva e Djalma Nery
Diogo Zacarias/MF, Diogo Zacarias/PT, Fernando Donasci/MMA, e Câmara Municipal de São Carlos
O PT e o PSOL venceram a concorrência para as primeiras suplências nas candidaturas de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede). Com ambas na liderança das intenções de voto para o Senado por São Paulo e a possibilidade de Lula (PT) ser reeleito presidente, a disputa se acirrou pelas vagas de suplentes nas duas candidaturas entre os partidos que compõem a base de apoio.
O cálculo é que, caso o presidente e as duas candidatas vençam seus respectivos pleitos, Marina e Tebet podem voltar a ser ministras. Uma cadeira de senador, portanto, pode cair no colo de um suplente. Com isso, cinco partidos diferentes indicaram nomes para as suplências,PT, PSOL, PDT, PV e PCdoB.
Na candidatura de Tebet, o PSB confirmou nesta quarta-feira (5) que a primeira suplência ficou com Laio Morais, que foi chefe de gabinete de Fernando Haddad (PT) no Ministério da Fazenda. Para a 2ª suplência, o partido anunciou Marcelo Barbieri (PDT), ex-prefeito de Araraquara.
Federado com a Rede, de Marina, o PSOL indicou Djalma Nery, vereador em São Carlos, à primeira suplência. A Rede confirmou que ele ficará com a vaga. O PDT também ficou com a 2ª suplência nesta chapa, com Antonio Neto, vice-presidente estadual da legenda.
PT e PSOL ficam com suplências de 'ministráveis' Marina e Tebet ao Senado em SP
