Nós, cidadãos brasileiros, estamos no rodapé da história. Um país pujante, com uma das maiores populações do mundo e de tradição judaico-cristã, está avançando a passos largos para se tornar a escória do mundo.
Temos um preso político. Eu o individualizo, pois não se trata de qualquer um, mas sim de Jair Messias Bolsonaro, um homem honesto, cristão, pai de família e, antes de tudo, inocente. Vítima de uma trama judicial patrocinada por inimigos que não querem vê-lo novamente eleito presidente da República, foi condenado a mais de 40 anos de prisão por um crime impossível. Os motivos, toda a nação está farta de saber.
Prenderam a democracia, condenaram a Justiça, encarceraram a voz da metade da população. Tentam nos calar, mas seguiremos gritando até sermos ouvidos por todas as nações: “Bolsonaro livre”.
Tal qual em outro julgamento histórico de um inocente, vem a pergunta: e Barrabás? Este está livre, leve e solto, renovando os malfeitos, quebrando o Brasil. Mas seu fim está próximo. Em outubro, estará no ostracismo, em companhia de uma esquerda corrupta e inconsequente.
Que Deus nos dê o merecido livramento de um governo perdulário, que quebrou várias estatais, como, os Correios e outras. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre o povo brasileiro.
