A greve dos ferroviários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) causou impactos econômicos no comércio de São Paulo, com queda de vendas e atrasos e faltas de funcionários, segundo Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.
A paralisação entrou no 2º dia nesta 4ª feira (5.ago.2026), com operação parcial nas linhas 11-Coral e 12-Safira e paralisação total da linha 13-Jade e do Expresso Aeroporto.
Patah afirmou que o próprio sindicato que preside registrou ausências. Dos 530 funcionários, 15 não conseguiram chegar ao trabalho.
A greve travou o trânsito da capital. Na tarde e noite de 3ª feira (4.ago), São Paulo registrou 1.033 km de congestionamentos por volta das 18h30, número próximo ao recorde do ano, de 1.059 km, registrado em 12 de março. No horário de pico da manhã desta 4ª feira (5.ago), São Paulo registrou 649 km de congestionamentos, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). O rodízio municipal de veículos foi suspenso.
O dirigente reconheceu os prejuízos ao setor, mas declarou apoio aos ferroviários em greve. Ele também preside a UGT (União Geral dos Trabalhadores), entidade à qual o Sindicato dos Ferroviários de São Paulo é filiado.
Para Patah, o diálogo é o caminho necessário para encerrar o conflito. “As demandas que os trabalhadores fazem são muito adequadas, necessárias.
