Os ETFs (Exchange Traded Funds), conhecidos como fundos de índice, estão conquistando cada vez mais espaço na carteira dos brasileiros.
Em vez de comprar ações ou títulos individualmente, o investidor adquire uma única cota que representa uma carteira diversificada de ativos.
Existem ETFs que acompanham índices da bolsa brasileira, como o Ibovespa, enquanto outros oferecem exposição a bolsas internacionais, títulos de renda fixa, ouro, moedas, criptomoedas.
A negociação acontece por meio de uma corretora, da mesma forma que uma ação. A diferença é que, com apenas uma compra, o investidor passa a ter acesso a diversos ativos ao mesmo tempo, sem precisar montar essa carteira individualmente.
Dados divulgados pela B3 mostram que a bolsa encerrou o primeiro semestre de 2026 com 204 ETFs listados, um crescimento de 55,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O patrimônio investido na classe praticamente dobrou em um ano, chegando a R$ 126 bilhões, enquanto o número de investidores alcançou 870 mil, cada vez mais próximo da marca de 1 milhão.
O avanço não acontece por acaso.
