Especialistas e lideranças governamentais reunidos no evento “O Estado da Implementação Climática”, realizado nesta quarta-feira (5) durante a São Paulo Climate Week, defenderam que o sucesso da agenda ambiental brasileira depende de ações práticas e indicadores de esforço, em vez de propostas complexas sem aplicabilidade real.
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Durante o encontro, organizado pela rede LACLIMA, o foco das discussões recaiu sobre a urgência de transformar compromissos internacionais em políticas públicas estruturantes que sobrevivam às alternâncias de poder.
Especialistas enfatizaram durante o encontro que a fase atual da agenda climática brasileira é a da materialização dos compromissos assumidos em conferências globais, como a COP30, realizada em novembro, no Pará.
Em sintase, a ideia é de que o país não necessita de “planos mirabolantes”, mas sim de mecanismos que permitam tangibilizar os resultados na ponta, como a redução do desmatamento e a agricultura de baixo carbono.
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O encontro alertou que o enfrentamento à crise climática exige políticas robustas e não “pirotecnia”.
A garantia do orçamento público para todas as áreas, especialmente para a pesquisa científica e para o fortalecimento de órgãos de fiscalização, é apontada como primordial.
