A cidade de São Paulo registrou um pico de 768 km de congestionamento na manhã desta quarta-feira (5), no segundo dia da greve dos ferroviários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O rodízio veicular na capital segue suspenso por conta da paralisação.
Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o índice não superou o recorde do pico da manhã para o ano de 2026, registrado em 12 de março com 1.059 km, nem a marca histórica absoluta de 1.225 km registrada em 10 de fevereiro de 2020, período pré-pandemia.
No segundo dia de paralisação, as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM continuam operando de forma restrita e com impactos para os usuários:
Linha 11-Coral: Os trens circulam apenas no trecho reduzido entre as estações Guaianases e Palmeiras-Barra Funda;
Linha 12-Safira: A operação ocorre de forma restrita somente entre as estações Engenheiro Goulart e Brás;
Linha 13-Jade: O ramal opera normalmente desde as 6h, mas com intervalos de 30 minutos entre Engenheiro Goulart e Aeroporto-Guarulhos, tempo superior ao habitual.
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O sistema Paese foi reforçado com ônibus de apoio em frente aos trechos paralisados de cada linha para apoiar o transporte dos passageiros.
Ao todo, foram mobilizados 95 coletivos para a Linha-11, 90 para a Linha-12 e 10 ônibus para dar suporte à Linha-13. Além disso, o Metrô opera com frota reforçada nas linhas.
