A Argentina não tomará medidas diplomáticas em resposta à redução das relações diplomáticas com o Brasil, disse o ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno, nesta quarta-feira, durante uma coletiva de imprensa.
O Brasil informou à Argentina que suas relações serão tratadas em nível de encarregado de negócios, anunciou o governo argentino na terça-feira. O incidente ocorreu depois que o presidente argentino, Javier Milei, voltou a insultar o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
A medida representa uma deterioração acentuada nas relações entre os dois países, cujos presidentes não realizam uma reunião bilateral oficial desde que Milei assumiu o cargo.
Brasil rebaixa relação diplomática com Argentina
A Argentina criticou nesta terça-feira (4) a decisão do governo brasileiro de reduzir o nível da representação diplomática entre os dois países. Em nota, a chancelaria argentina afirmou que o Brasil age por "questões puramente ideológicas".
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Mais cedo, o Itamaraty informou que manterá o embaixador brasileiro em Buenos Aires em solo brasileiro enquanto o presidente argentino, Javier Milei, mantiver ataques ao Brasil. Na prática, a medida representa um rebaixamento das relações diplomáticas entre os países.
No comunicado, o governo de Milei informou que o Itamaraty pediu o retorno do embaixador argentino em Brasília, Daniel Raimondi, à Argentina.
Argentina não tomará nenhuma medida contra o Brasil após rebaixamento de relações diplomáticas, diz chanceler
