A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) investiga uma falha nos procedimentos de controle do espaço aéreo envolvendo o helicóptero presidencial Marine One, que transportava o presidente Donald Trump (Partido Republicano). O caso foi na tarde de 3ª feira (4.ago.2026), nas proximidades do Aeroporto Ronald Reagan, em Washington.
Segundo o Wall Street Journal, controladores de tráfego aéreo não interromperam as decolagens de voos comerciais durante a passagem do Marine One, como determinam os protocolos de segurança adotados para deslocamentos do presidente dos Estados Unidos.
A FAA apura se houve descumprimento dos padrões mínimos de separação entre aeronaves. Pelas regras da agência, aviões e helicópteros devem manter distância mínima de 2,4 km na horizontal e 150 metros na vertical para evitar riscos de colisão.
Apesar da investigação, uma porta-voz da FAA afirmou ao Wall Street Journal que o helicóptero presidencial não chegou a se aproximar de forma perigosa das aeronaves que decolavam do aeroporto e que, em nenhum momento, houve risco de colisão. Por isso, o caso não foi classificado como um incidente grave.
A Casa Branca também comentou o caso. “Nossos pilotos estão entre os melhores aviadores do mundo”, declarou a instituição ao jornal. “Em nenhum momento o presidente esteve em perigo”, afirmou.
