A morte da atriz Marilyn Monroe está completando 64 anos nesta quarta-feira (5). De forma trágica e ainda misteriosa, a modelo faleceu na madrugada do dia 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, em sua casa na Califórnia, Estados Unidos.
Na época, a ícone de Hollywood foi encontrada inconsciente em seu quarto na mansão em Brentwood. Na ocasião, Eunice Murray, sua governanta, chamou a polícia ao perceber que as luzes do quarto de Monroe estavam acesas às 5h da manhã e sua porta estava trancada.
Segundo relatos da imprensa internacional, a estrela de cinema foi encontrada nua e de bruços na cama, com um telefone em uma das mãos. Frascos de remédio vazios estavam espalhados pelo quarto e a morte foi considerada uma overdose e “provável suicídio”.
Além de gerar repercussões entre os fãs, o falecimento de Marilyn, nascida Norma Jeane Mortenson, também gerou várias controvérsias. Pouco tempo depois de o atestado de óbito ser divulgado ao público, o jornalista Anthony Summers investigou o caso e descobriu qual teria sido o último contato da modelo antes da morte.
De acordo com Summers, uma das últimas conversas telefônicas de Monroe teria sido com sua cabeleireira, Sydney Guilaroff, às 21h30 do dia 4 de agosto. Relatos da época apontavam que a atriz teria dito a Guilaroff que Robert F. Kennedy, com quem ela pode ter se relacionado, havia ido à sua casa mais cedo naquele dia e a “ameaçado”.
