Gasolina e alimentos pressionam, e inflação nos EUA atinge maior patamar em 40 anos em maio
Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar as petroleiras americanas a reduzir os preços da gasolina.
Em publicação nas redes sociais, ele reclamou dos lucros das empresas do setor e afirmou que os consumidores não deveriam arcar com preços tão elevados, que começaram a subir após a escalada do conflito com o Irã no Oriente Médio.
➡️ Na segunda-feira, o preço médio da gasolina atingiu US$ 4,095 por galão nos EUA, cerca de 30% acima do registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados da American Automobile Association (AAA).
Trump afirmou que as empresas deveriam repassar aos consumidores os benefícios das medidas adotadas por seu governo para ampliar a produção de petróleo.
"Não gosto disso. Eu deveria ser a última pessoa a dizer isso, porque sou um grande defensor da livre iniciativa, ninguém mais do que eu. Estão surpresos por eu dizer isso? Vou dizer em alto e bom som. Não estou satisfeito", disse o presidente a jornalistas na Casa Branca.
O presidente dos EUA também criticou publicamente o CEO da Chevron, Mike Wirth, por não reconhecer o papel de sua administração no fortalecimento da indústria do petróleo. Na Truth Social, afirmou que seu governo "salvou" o setor e citou o retorno da Chevron à Venezuela como prova.
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