Os testes de tratamentos experimentais, medicamentos preventivos e vacinas contra a cepa Bundibugyo do Ebola, responsável pelo surto em curso na República Democrática do Congo, estão avançando rapidamente, informou a OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta terça-feira (4).
A epidemia, a segunda maior e de mais rápida disseminação já registrada, foi causada pela rara cepa Bundibugyo do vírus, para a qual não há vacinas ou tratamentos aprovados.
Mas Vasee Moorthy, chefe interino do programa R&D Blueprint da OMS, disse a jornalistas em Genebra que os protocolos de pesquisa desenvolvidos antes do início da epidemia ajudaram a acelerar os testes de novos tratamentos.
“Se compararmos este surto aos surtos anteriores de Ebola, conseguimos iniciar os ensaios mais rapidamente”, disse ele. “É verdade que os dados pré-clínicos que estamos vendo são promissores.”
Ele alertou, no entanto, que somente os ensaios clínicos poderão determinar se os tratamentos e as vacinas são eficazes.
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A epidemia na RD Congo tem, até o momento, resistido aos esforços dos profissionais de saúde para contê-la.
Até 1º de agosto, a RD Congo havia registrado 3.748 casos confirmados e 1.657 mortes confirmadas em 49 zonas de saúde em cinco províncias, de acordo com dados da OMS.
