Os juros futuros encerraram esta terça-feira (4) com viés de alta, depois de passarem boa parte do dia em queda. O movimento mudou à tarde, com maior cautela do mercado diante do quadro eleitoral, na véspera de novas pesquisas de intenção de voto para a Presidência, e em meio às dificuldades da candidatura do PL para ampliar apoios no campo de centro-direita.
No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 ficou estável em 13,79%. O DI para janeiro de 2028 avançou de 13,794% para 13,835%. O contrato para janeiro de 2029 voltou ao patamar de 14%, a 14,020%, ante 13,974% no ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2031 terminou em 14,210%, de 14,195% na segunda-feira.
Até meados da tarde, principalmente nos vencimentos mais longos, a curva mostrava recuo consistente. O mercado, porém, passou a realizar parte dos ganhos diante da piora na percepção sobre o cenário eleitoral e do temor de novas sanções diplomáticas por parte dos Estados Unidos.
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Nas mesas de renda fixa, a postura defensiva foi associada à expectativa em torno das pesquisas Genial/Quaest e Meio/Ideia, previstas para quarta-feira (5), após a circulação de trackings considerados mais favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
