No mercado chileno, há espaço para ampliar a participação de cafés especiais do Brasil. De olho nisso, uma missão comercial promovida pela BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais) levantou um potencial de negócios no valor de US$ 5,6 milhões no segmento.
A participação ocorreu no maior evento de cafés especiais do Chile e um dos principais da América Latina, a Expocafé Chile, na capital chilena, que ocorreu entre 24 a 26 de julho. Na ocasião, US$ 1,02 milhão foram fechados durante a feira.
“O trabalho de pesquisa de mercados que realizamos identificou o Chile com um grande potencial aos cafés especiais, tanto que o país está entre os mercados-alvo de nosso projeto. Iniciamos nossas ações em 2022 por lá, movimentando cerca de US$ 3 milhões em um evento. Hoje, falamos em mais de US$ 5 milhões”, afirmou, em nota, Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.
O Chile não é produtor de café e se consolida como um dos principais compradores do segmento na América do Sul. Além disso, o país combina elevado poder de compra, logística favorável e um público que consome mais cafés de alto padrão de qualidade.
O país também funciona como uma vitrine para marcas brasileiras na América Latina, destacou a BSCA.
A iniciativa reuniu exportadores brasileiros e importadores, torrefadores e compradores chilenos em uma rodada de negócios voltada ao fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.
