Após a massificação das inteligências artificiais generativas, que nos ajudam a fazer pesquisas, solucionar problemas em casa e até pensar em soluções, o mundo está entrando na era da IA agêntica. De acordo com especialistas, essa nova faceta inaugura uma fase dessa tecnologia.
“Na pandemia, as empresas tiveram um boom de tecnologia porque tiveram que ampliar a infraestrutura porque as pessoas estavam trabalhando de casa. Depois tivemos um novo boom que foi a popularização da LLM e qualquer pessoa usando. Agora temos as Ias que executam as tarefas”, destacou Karine Mansour, fundadora da Mansour Consultoria. A fala foi feita durante o painel “Agentes de IA: o futuro da inovação é executar, não apenas conversar”, que foi realizado nesta terça-feira (4), no Rio Innovation Week.
Especializada no mercado de telecomunicações, Karine comentou que as IAS agênticas facilitam a nossa vida porque conseguem operar as necessidades que já temos. Ela argumentou que essas plataformas conseguem simplificar atividades básicas e confessou ter ficado “viciada” na tecnologia.
Marcella Calfi, gerente de Marketing da Zoop, fintech as a service do iFood, revelou que atualmente o iFood tem mais de 14 mil agentes, número maior que os cerca de 8 mil funcionários da companhia.
Ela exemplificou que no trabalho, as IAs agênticas podem ser usadas para realizar atividades repetitivas como geração de relatórios. “Ela [IA agêntica] é como se tivesse um exército de pessoas trabalhando”, brincou.
