Os transtornos alimentares voltaram ao debate nas redes sociais após a divulgação do clipe musical “Petal”, da cantora americana Ariana Grande, em 31 de julho. A artista foi alvo de diversos comentários sobre sua aparência e suposta “magreza excessiva” no vídeo. Especialistas explicam que somente a aparência física não é suficiente para diagnosticar alguém.
Também conhecidos como distúrbios alimentares, os transtornos alimentares são condições psiquiátricas caracterizadas por alterações persistentes no comportamento alimentar e na relação com a comida, o peso e a imagem corporal.
Esses quadros podem levar a comportamentos prejudiciais à saúde, como restrições alimentares excessivas, episódios de compulsão alimentar e outras formas de alteração da alimentação. Segundo a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), cerca de 70 milhões de pessoas no mundo convivem com algum tipo de transtorno alimentar.
Nesta semana, Ariana Grande anunciou que fará uma pausa na carreira. A cantora também afirmou que comentários negativos não seriam capazes de comprometer suas experiências artísticas.
Para entender a origem, os sinais e o tratamento dos transtornos, a CNN Brasil conversou com especialistas no assunto.
De acordo com a psicóloga e neuropsicóloga Tatiane Coelho, os distúrbios decorrem de uma origem ainda mais profunda.
