Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, tornou-se o centro de quatro investigações simultâneas da Polícia Federal, com suspeitas de tráfico de influência em diferentes órgãos do governo federal.
Segundo o analista de segurança pública Elijonas Maia, durante o Bastidores CNN desta terça-feira (4), o ponto de partida de tudo foi o inquérito das fraudes no INSS.
“A partir do que foi encontrado dentro das investigações desse caso. A Polícia Federal pescou informações, colheu documentos e, com base nisso, se viu obrigada a comunicar o Supremo Tribunal Federal”, explicou Elijonas.
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Essa coleta de informações da PF resultou em três pedidos de inquéritos, que foram distribuídos por sorteio pela presidência do STF. Dois deles ficaram sob a relatoria de André Mendonça, já responsável pelo caso do INSS. O terceiro foi aberto nesta terça-feira por Flávio Dino.
A primeira apura a suspeita de que Lulinha teria favorecido a empresa de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”, que atua com produtos medicinais à base de cannabis, junto ao Ministério da Saúde, facilitando contratos com o governo federal.
A segunda investiga se Lulinha teria atuado para beneficiar uma empresa de tecnologia da informação junto à Dataprev, órgão do governo federal.
