SÃO LUÍS - Apontado pela Polícia Federal como “sócio ou parceiro relevante” de Weverton Rocha em postos de combustíveis, Erlânio Xavier tornou-se alvo de uma busca e apreensão autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A diligência deverá esclarecer a origem e a finalidade de aportes financeiros, repasses empresariais e operações relacionadas aos empreendimentos investigados.
A decisão foi assinada por André Mendonça em 3 de agosto de 2026, no âmbito da Petição 16.435. Ao analisar individualmente a situação do empresário, o ministro considerou que havia uma relação objetiva entre a atuação atribuída a ele e os documentos que a Polícia Federal pretende recolher.
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O STF não declarou que as movimentações foram ilegais. O entendimento foi de que os elementos apresentados pela autoridade policial justificam a busca por provas capazes de confirmar ou afastar as hipóteses levantadas durante a investigação.
Decisão descreve atuação de Erlânio Xavier nos postos
De acordo com o documento, Erlânio Xavier aparece como interlocutor recorrente em tratativas sobre aportes, capital de giro, funcionamento, negociação, manutenção e possível reorganização da rede de postos.
