Renan Santos (Missão) em sabatina promovida pela G4 e O Antagonista
Reprodução/Youtube
Em sabatina promovida pelo G4 e por "O Antagonista" nesta terça-feira (4), em São Paulo, o candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, foi questionado logo na abertura sobre nunca ter administrado uma folha de pagamento relevante nem respondido por um orçamento público. Ele rebateu dizendo já ter recuperado empresas endividadas antes de entrar para a política, e usou o encontro para detalhar propostas que vão da redução de poderes do STF à fusão de municípios de baixa atividade econômica.
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Renan evitou cravar um voto no hipotético segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, repetindo que pretende estar na disputa, e classificou bolsonarismo e petismo como "duas faces da mesma moeda" por, na sua avaliação, oferecerem políticas eleitoreiras como o Pé de Meia e o vale-gás, no lugar de reformas.
Questionado sobre o que faria a "pessoa física Renan Santos" votar nele mesmo, ele apontou a experiência de ter tomado decisões duras que magoaram seu próprio grupo político, e aproveitou para criticar a elite política brasileira:
"Aqui no Brasil o poder é visto como uma forma de fruir, de atender aos prazeres mais baixos. O escândalo do Banco Master, por exemplo, era basicamente sobre dinheiro e prazer sexual. A elite política brasileira se baseia estritamente em dinheiro, troca de favores e prazer, inclusive sexual.
Renan Santos defende fusão de municípios e redução de poderes do STF
