A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pediu ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal (PF) que investiguem o vazamento de seus dados. A defesa sinaliza que a PF pode ter entregue à campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) as informações telemáticas que extraiu por ordem do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Em petição ao Ministério da Justiça, o advogado Guilherme Suguimori afirmou que “o objetivo político dos vazamentos tornou-se irrefutável”. Segundo ele, os dados “teriam sido entregues à campanha de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência e oponente direto do genitor do peticionário, que estaria avaliando o melhor momento para aproveitar politicamente a divulgação”. As informações são da CNN Brasil.
A defesa sustenta que existe uma "sequência de fatos eloquente". Primeiro, ocorreu o vazamento de dados fiscais e bancários de Lulinha. Esse fato foi comunicado às autoridades, mas sem resultado conhecido até agora.
Agora, houve o vazamento de dados telemáticos extraídos de seu celular. Segundo a defesa, essas informações estariam na posse da campanha do principal adversário de Lula nas eleições outubro.
Defesa pede rastreamento de cópias
Em petição à Corregedoria da PF, o advogado fez novos pedidos. Ele exigiu o levantamento de todas as cópias do material sigiloso.
